Estresse é um conjunto de reações físicas e mentais que ocorrem quando estamos em alguma situação onde nossa sobrevivência está em jogo. A função destas reações (batimentos cardíacos mais acelerados, maior agitação motora, aumento da capacidade de atenção, supressão da fome, do sono e da dor, etc.) é nos preparar para reagir diante de uma situação de perigo, enfrentando-o ou fugindo dele. As reações do estresse estão presentes em boa parte dos seres vivos, ajudando-os a lutar pela sua sobrevivência – imaginem como seria muito mais difícil para uma zebra escapar de ser comida por um leão se não existisse o estresse!
Mas, se o estresse foi criado pela Natureza, então por que o ser humano sofre e adoece tanto por causa dele? Porque, devido ao modo de vida extremamente complexo e sofisticado que criamos em relação ao dos outros animais, tornamos a nossa vida muito mais trabalhosa que a deles, e por isso a todo momento e por toda a parte temos a nossa sobrevivência ameaçada com dívidas, risco de desemprego, falta de dinheiro, condições de alimentação e trabalho que ameaçam nossa saúde ou daqueles com quem nos importamos, problemas jurídicos, obrigações intermináveis... Não é o estresse em si que adoece o homem: ele apenas está nos indicando as situações em que nossa integridade física e mental está em perigo. Podemos até dizer que o estresse é nosso “amigo”, por nos fazer estes alertas antes que seja tarde demais. Os problemas acontecem principalmente quando ignoramos estes sábios alertas do nosso organismo por teimosia ou pura necessidade.
Como o estresse é importante na nossa vida, então não devemos “acabar com ele”, mas sim aprender a administrá-lo e a entender as mensagens que ele nos passa (“Perigo, faça alguma coisa!”; “Você está indo longe demais!”). Se possível devemos eliminar a causa do estresse e não apenas os seus sintomas, e quando isso não está ao nosso alcance é aconselhável ao menos procurarmos desenvolver uma visão diferente do problema, concentrando-se mais naquilo que se aprendeu ou se pode aprender com ele e, assim, evitar novos problemas.
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
terça-feira, 29 de abril de 2008
Não premie o mau comportamento do seu filho
Ao tentar fazer com que seu filho pare de ter certos comportamentos (fazer birra, chorar, gritar, ficar agressivo...), preste muita atenção ao tipo de atitude que você vai tomar. É muito comum que os adultos façam “agrados” como uma tentativa de fazer as crianças pararem com aquele comportamento inadequado, como dar um doce, um brinquedo novo ou mesmo dar mais atenção e carinho.
O que há de errado neste tipo de “solução”? Se você dá a uma criança algo de seu interesse depois que ela tem um mau comportamento, o que ela vai acabar aprendendo? Que fazer birra, manha, chorar e gritar é vantajoso para ela, pois em seguida ela ganhará algo que ela considera bom. Se além disso a criança não recebe o devido reconhecimento quando se comporta bem, a criança concluirá que comportar-se mal é que “compensa”.
Portanto, procure sempre adotar uma postura inversa em relação ao seu filho, premiando o que ele faz de bom e não de inadequado. Comece a prestar atenção também nas suas reações quando ele se comporta bem – se você nada lhe diz ou faz, passando-lhe provavelmente a impressão de que não se importou com isso, está na hora então de você começar a lhe dar um bom motivo para isso, como elogios, gestos e palavras carinhosas ou um momento fazendo juntos alguma coisa que ele gosta.
O que há de errado neste tipo de “solução”? Se você dá a uma criança algo de seu interesse depois que ela tem um mau comportamento, o que ela vai acabar aprendendo? Que fazer birra, manha, chorar e gritar é vantajoso para ela, pois em seguida ela ganhará algo que ela considera bom. Se além disso a criança não recebe o devido reconhecimento quando se comporta bem, a criança concluirá que comportar-se mal é que “compensa”.
Portanto, procure sempre adotar uma postura inversa em relação ao seu filho, premiando o que ele faz de bom e não de inadequado. Comece a prestar atenção também nas suas reações quando ele se comporta bem – se você nada lhe diz ou faz, passando-lhe provavelmente a impressão de que não se importou com isso, está na hora então de você começar a lhe dar um bom motivo para isso, como elogios, gestos e palavras carinhosas ou um momento fazendo juntos alguma coisa que ele gosta.
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